Fui mais cedo para a faculdade e o porteiro comeu o meu cú

Meu nome é Bruna, sou uma garota de 19 anos e moro em uma pequena cidade do interior de Goiás. As meninas da minha cidade são muito bonitas, e creio que sou uma delas. Sou baixinha, morena, seios pequenos, cintura bem fininha e a bunda redondinha e empinada. Ah, e meus cabelos são pretos e longos.

Desde pequena que sou voluptuosa e muito fogosa na hora do sexo. Fui criada na fazenda, e foi lá que descobri os prazeres do sexo, namorando praticamente todos os rapazes que iam trabalhar para o meu pai. Depois que perdi a virgindade ninguém me segurou mais. Comecei a dar quase todos os dias.

No entanto, diferente de outras meninas, não sou oferecida e nem tenho jeito de quenga, pelo contrário, quem não me conhece pode jurar que ainda sou virgem. Sou muito comportada e nunca fiz nada que envergonhasse minha família. Só me solto mesmo entre as quatro paredes.

Depois que terminei o ensino médio meu pai deixou eu ir fazer faculdade em uma cidade a uns 300km de onde moravamos. Como é difícil ir e voltar todos os dias, ele alugou uma kitnet pra eu ficar. Faz dois anos que moro sozinha nesta kitnet. Há algumas amigas querendo morar comigo, mas meu pai prefere que eu continue sozinha para não atrapalhar meus estudos.

A faculdade fica a apenas oito ou dez quadras da minha kitnet. Assim, eu vou e volto caminhando, todos os dias. Estou no quarto período de administração, e, como as aulas começam às 7:00hs da manhã, eu saio de casa uns 30 minutos antes e quando chego ainda dá tempo de conversar um pouquinho antes da aula.

A verdade é que eu adoro essas caminhadas matutinas. Como falei, sou uma menina muito fogosa e ao andar, sinto as minhas nádegas se movendo ritmicamente, minha buceta fica apertadinha e, como caminho um pouco rápido, meus peitinhos ficam dando pulinhos a cada passo que dou.

Acreditam que sinto tesão ao caminhar? Sim, é isso mesmo. Além disso, me masturbo quase todos os dias. Adoro entrar na internet e ficar vendo pornografia ou conversando safadezas com homens e mulheres. Vou ficando tão excitada que quando gozo, o orgasmo vem tão delicioso que pego no sono na mesma hora.

O ano passado foi o meu primeiro ano na faculdade e também a minha primeira experiência morando sozinha. Mas eu estava indo bem, até o bendito horário de verão começar a mexer com a minha cabeça. Faltava uns 10 dias para o horário de verão começar e eu já estava ansiosa com esse negócio de ter que acordar uma hora mais cedo.

Um segunda-feira eu estava dormindo tranquilamente e de repente acordei assustada, com o sol já aparecendo pela minha janela. Fiquei tão desorientada que imaginei que o horário de verão já tinha começado. Me arrumei às pressas, comi um pedaço de bolo e já saí para a faculdade.

Durante o caminho observei as ruas, e elas estavam com menos pessoas do que de costume. Achei aquilo estranho, mas não dei muita importância. Continuei andando e, ao chegar na faculdade, vi que ninguém tinha chegado ainda. O Sr. Alberto, o velho porteiro, apareceu por lá e me viu do lado de fora do portão.

– Ei, Bruna!… O que está fazendo aqui tão cedo, menina? – ele falou sorrindo e seu olhar percorreu o meu corpo, de cima abaixo. Minha buceta ficou meladinha imediatamente, pois eu adorava quando o Sr. Alberto ficava me olhando. Às vezes eu até tocava uma siririca fantasiando com ele, já que adoro coroas.

– O senhor não vai acreditar, seu Alberto… me confundi achando que já era horário de verão… agora fiquei aqui de fora sozinha… que droga! – falei e começamos a rir.
– É verdade… ainda falta mais de uma hora para os professores e alunos chegarem! – o Sr. Alberto falou.

“Mais de uma hora?!?”, pensei com um sorrisinho diabólico por dentro. Resolvi brincar com o Sr. Alberto um pouquinho, mas só pra deixar ele cheio de tesão e ver se o coração dele ainda aguentava muita emoção.

Enquanto ele falava sobre a chatice de ter que acordar mais cedo durante o horário de verão, eu tirei minha mochila do ombro e fiquei segurando ela no meio das minhas pernas, balançando. Em seguida prendi meu dedo na parte da frente da minha saia, e, “distraidamente”, levantei minha mochila até a altura dos meus seios, abraçando-a.

Vi que o Sr. Alberto olhou fixamente para o meio das minhas pernas. Com certeza ele estava vendo minha calcinha. O coitado começou a gaguejar e fiquei até com receio de ele ter um troço. Fiz de conta que nem percebi o que tinha acontecido e continuei conversando com ele.

– Bruna… falta muito para abrir ainda! – ele finalmente falou. – Vamos entrar… você não pode ficar sozinha aí fora!
– Também concordo, seu Alberto… é muito perigoso! – falei e ele não parava de olhar para a minha bucetinha, ainda protegida pela minha calcinha.

Ele abriu o portão e eu entrei rapidamente. Em seguida ele me levou até uma sala que fica atrás da lanchonete.
– Aceita um pouco de café?… acabei de fazer! – ele perguntou assim que me sentei.

Aceitei o café e fiquei observando o Sr. Alberto fazer suas tarefas matinais, preparando a faculdade para a chegada dos alunos.
– O senhor está sozinho aqui hoje? – perguntei de repente.

– Sim, filha… a mulher da limpeza não virá hoje! – ele falou e senti meu fogo aumentar. Será? Será que dava tempo de dar uma metidinha com aquele coroa antes dos professores e alunos chegarem? Nossaaa! Que loucura! O fato de eu estar ali sozinha com aquele homem estava me deixando muito nervosa.

Na noite anterior eu tinha me masturbado por quase uma hora, pensando em um pau de verdade enfiado todinho no meio das minhas nádegas, fodendo o meu cú. E agora a pica do Sr. Alberto ficava passando perto de mim o tempo todo.

Um calor danado tomou conta de mim, por causa desses pensamentos indecentes. Senti um fiozinho de suor descer pelas minhas costas e escorrer para o meio das minhas nádegas enquanto eu tomava mais um café. E o Sr. Alberto só conversando e tocando meu ombro de vez em quando.

Não demorou muito e senti a racha da minha bunda e o meu cuzinho ficarem molhadinhos de suor, e isso começou a me deixar tão excitada que eu pensei que ia ficar louca. Acho que eu já estava até tremendo de tesão.

Sem que o Sr. Alberto percebesse, levantei um pouco minha bunda e, com minhas mãos, levantei minha saia, deixando minhas nádegas tocarem o plástico da cadeira. Senti frio e um suave e delicioso prazer. Dissimuladamente, aproveitei uma distração dele e, com ambas as mãos, abri bem as bandas da minha bunda, puxando minha calcinha para o lado.

Meu deusssss!! Quando meu cuzinho e minha buceta sentiram o friozinho do plástico da cadeira eu quase soltei um grito de prazer. Eu não estava acreditando no que eu estava fazendo. Eu estava me masturbando na cadeira, com o porteiro da minha faculdade bem do meu lado.

Quando ele se virava eu ficava olhando-o pelas costas e apertava meu grelo contra a cadeira, sentindo meu corpo se arrepiar todinho. O Sr. Alberto é um coroa bonito, de uns 50 anos, casado, forte, bruto, rude, mas muito carinhoso, e ficava falando um monte de coisas que não me interessavam, já que eu queria mesmo era dar uma trepadinha pra apagar o meu fogo.

Aos poucos, de tanto eu mexer com a minha saia, o cheiro da minha buceta foi subindo e logo o ferômonio atingiu o nariz dele. O Sr. Alberto começou a ficar inquieto e seus olhos estavam fixos em meus pernas, e eu fazia questão de puxar minha saia ainda mais para cima, deixando minhas coxas também à mostra.

Minha cabeça dava voltas e eu estava muito confusa. Comecei a fantasiar ser tocada, beijada e fodida por aquele coroa barbudo e bruto. Terminei minha xícara de café e me levantei. Ao fazê-lo, minha saia subiu mais um pouquinho. O Sr. Alberto não aguentou mais e colocou a mão na minha cintura, me segurando bem forte.

– Bruna… você é gostosa demais, menina! – ele falou, com o olhar fixo na minha boca.
– O senhor acha mesmo, seu Alberto? – respondi, rebolando meus quadris lentamente. Nessa hora ele me abraçou por trás, tão apertado que senti o volume de seu pau na minha bunda.

– Você é quietinha mas é puta, não é? – ele disse e suas mãos começaram a levantar minha saia e percorrer minhas coxas. Não respondi nada, apenas deixei ele me tocar. Em segundos a mão dele estava dentro da minha calcinha, empalmando minha buceta toda depilada e lisinha. Alguém poderia chegar ali e nos pegar, e isso me deixou mais excitada ainda.

– Essa buceta já experimentou muita pica, né?… me fala… você já levou muita vara, não, Bruna? – o safado falava e eu só gemia, rebolando minha pélvis de encontro à mão dele. Nossaaaaa!! A outra mão dele se enfiou na minha blusa e começou a amassar os meus peitinhos, que já estavam fora do meu sutiã.

– Ahhhhhhhhhh… n-n-n-ão, Seu Alberto… não s-s-s-sou puta não… só dei algumas vezes! – falei entre gemidos.
– Não é puta não, é?… pois fica sabendo que todas as meninas na sua idade são putinhas safadas… e adoram dar a buceta para homens safados como eu! – o Sr. Alberto falou e me derreti todinha. Que loucura!!

– Vem cá, safadinha… vem… vou te mostrar um coisa! – ele falou e, me segurando pelos cabelos, me arrastou até um canto da sala e me fez ficar de joelhos entre suas pernas.
– Seu Alberto…. o pessoal está chegando… não vai dar tempo! – tentei protestar.

– Shhhhhh… vai dar tempo sim…! – ele falou e abriu sua calça. Na hora uma rolona enorme saltou para fora, dura, cheia de veias, grossa, com uma glande bem grande, descabeçada e brilhante, e do buraquinho da glande já saiam umas gotinhas de seu líquido pré-gozo. Fazia tanto tempo que eu não via um pau tão bonito.

– Pega aqui, Bruna… pega nele, filha! – ele falou e, segurando uma de minhas mãos, a colocou em sua pica. Segurei no pau dele nervosa, e adorei a suavidade da pele, o peso, e principalmente o cheiro de rola, cheiro de macho. Suspirei fundo e comecei a punhetar bem devagar, enquanto ele inclinou por cima de mim e enfiou a mão na minha bunda, por dentro da minha calcinha.

– Ohhhhhhh… Seu Alberto… a gente não pode… meu deusssss…!! – senti os dedos dele passarem pelo meu cú e pela minha buceta. Um arrepio de prazer percorreu meu corpo e fiquei louca. Abri meus lábios e abocanhei a rola dele quase toda.

– Uhhhhhhhhh… que boquinha mais quentinha, filha… você nasceu pra chupar pau, sabia disso? – ele gemeu e falou essa barbaridade. Comecei a mamar na rola desesperada e rebolei meu quadril ao contato de seus dedos nos meus fundos. Eu sentia minha xoxota molhadinha, e ele só dando dedadas, alternando entre minha buceta e o meu cú.

– Você gosta é de pica, Bruna… eu já sabia disso… sua safadinha!! – o Seu Alberto falou e me puxou pela mão e me colocou de bruços em cima da mesa. Fiquei com os pés no chão, toda exposta pra ele, sem qualquer chance de defesa. Suas mãos fortes abriram minha nádegas e o safado enfiou o rosto bem na racha da minha bunda.

Em toda a minha vida eu nunca tinha sentido tanto tesão. Minha vontade era gritar e pedir pra ele meter aquela vara todinha em mim. E o perigo de sermos vistos ainda contribuía para a coisa ficar ainda mais gostosa. Senti ele puxar minha calcinha para o lado e chupar meu cú, deixando ele todo babado.

– Preciso comer esse rabo, menina… preciso meter nessa sua bundinha…!! – o Sr. Alberto sussurrou no meu ouvido.
– Pode meter… mas faz bem rápido… estou com medo de alguém chegar…! – falei, coloquei minhas mãos para trás, desci minha calcinha e segurei as bandas da minha bunda bem afastadas.

Ele só teve o trabalho de encostar a cabeça da pica no meu cú e fazer um pouquinho de pressão. Os músculos do meu esfíncter cederam e houve um “ploff”, barulho de algo entrando e o ar sendo espulso. Meu ânus, gulosamente, foi engolindo aquela tora centímetro por centímetro. O Sr. Alberto parecia não acreditar no que estava acontecendo.

– Ahhhhhhhhh… ohhhhhhh… que delícia de bundaaaa… que cuzinho mais macio…. ahhhhhhhhhh… caralho, filha… caralhooooooo…!! – o coitado gemeu e me segurou firme pela cintura, empurrando tudo, até encostar o saco. A penetração foi tão gostosa que quase chorei de tanto prazer.

Me senti totalmente preenchida e, mais uma vez, fiquei feliz por ter ido ao banheiro antes de sair de casa. Fico caindo de vergonha quando o pau sai sujo da minha bunda. E a pica do Sr. Alberto estava tão funda no meu intestino que parecia que ia sair pela minha boca. Mas ele precisava gozar logo, e eu também.

– Seu Alberto… agora começa a meter… senão não vai dar tempo…! – gemi e empinei um pouco mais a minha bunda, para facilitar os movimentos dele. Ele começou então o vai-e-vem delicioso, cadenciado, enfiando e tirando, e eu só acompanhando o rítmo, quase chupando a piroca com o meu ânus. Por várias vezes o pau saiu quase todo, e depois “ploff”, entrava todinho, espulsando o ar de dentro de mim.

– Mete, seu Alberto… mete bem gostosooooo… meu deusssss… está tão bom… que pau deliciosoooooooo… deixa eu gozar nele… deixa, seu coroa safadooooo…! – gemi e comecei a esfregar meu grelo com uma de minhas mãos.
– Sim… goza na minha vara, sua sonsinha… fica se fazendo de sonsa mas é quenga! – ele falou e ficou metendo bem rápido e forte no meu cuzinho.

Quando ele me chamou de sonsa eu não aguentei. Soltei um gemido que parecia que alguém estava matando um gato.
– Ahhhhhhhhhhh… estou gozandoooooo… estou gozandooooooo… meu deussss… meu deussssss… fodeeeeee… fodeeeee…!! – senti meu corpo se tremer todinho e explodi em um orgasmo delicioso.

Gozei tão forte que babei pelo canto da boca, e o Sr. Alberto veio junto, me apertando contra ele e gemendo no meu ouvido. Em segundos o pau dele inchou dentro do meu cú e começou a cuspir porra que não acabava mais. Até xinguei ele de velho safado e tarado na hora, pois eu adoro esperma quentinho no meu intestino, bem lá dentro, e deixo guardadinho lá por muito tempo.

Nossa gozada coincidiu com as primeiras batidas no portão de entrada. Já eram umas 6:40hs da manhã e os professores e alunos estavam chegando. O Sr. Alberto me largou, limpou o pênis com uns pedaços de papel higiênico e vestiu sua calça.
– Bruna… amanhã… mesmo horário… vou te comer pela frente! – ele falou e saiu apressado.

Arrumei minha roupa e fiquei mais alguns minutos na salinha dele, sentada na cadeira e pensando na vida. O líquido abundante e viscoso que ele tinha depositado dentro do meu ânus já ameaçava sair. Olhei dentro da minha mochila e eu não tinha nem um absorvente, nada. O jeito foi dobrar uns pedaços de papel higiênico e colocar no fundo da minha calcinha.

Coloquei a cabeça do lado de fora da salinha e vi que ninguém estava por perto. Saí apressada e entrei no primeiro banheiro que encontrei. Me olhei no espelho e percebi o quanto eu estava vermelha e descabelada. Lavei o rosto, me ajeitei um pouco e, antes de sair, dei uma limpada no meu bumbum.

Consegui entrar na minha sala junto com o professor. Assim que me sentei do lado da minha amiga ela já me olhou estranho.
– Que fedor é esse, Bruna?!?… tem certeza que não pisou em cocô no caminho? – ela falou e me olhou com cara de nojo.

– Por que? O que foi? – perguntei, disfarçando.
– Vai tomar banho, menina… você está fedendo demais… você estava dando o cú, não estava? – ela falou e caiu na risada.
– Estava sim… e foi agora… acho que vou embora então… anota as coisas e pego com você amanhã, tá? – falei e me levantei.

Saí da faculdade apressada e fui quase correndo pra casa. Eu já estava longe quando o Sr. Alberto me viu.
– Até amanhã, Bruna… não chega atrasada, tá? – o safado gritou e eu apenas acenei, sorrindo. Aquela era a prova que eu tinha me transformado em sua putinha pessoal.

E assim aconteceu. Umas duas vezes por mês eu chego uma hora mais cedo na faculdade, só para foder com o Sr. Alberto. Nunca contei para a minha amiga o que ele faz comigo, pois ela com certeza ia ficar com vontade e querer dar pra ele também. E sou ciumenta. Só aceito dividir aquele coroa safado com sua esposa.

Está indo tudo muito bem. Tenho um namorado agora e ele dorme na minha kitnet umas duas vezes por semana, e fodemos bem gostoso, ou seja, quando não estou fodendo com o Sr. Alberto eu tenho meu namorado. E eles não sabem um do outro. No entanto, semana passada aconteceu algo que me deixou preocupada.

– Bruna… o Sr. Alberto me falou muito bem de você… não sabia que você gostava tanto de café! – meu professor de direito me falou baixinho na sala. E pela forma como ele pronunciou “café”, eu tenho certeza que o Sr. Alberto contou tudo o que ele faz comigo. Fingi que não sabia do que ele estava falando e mudei de assunto.

Agora estou ferrada. Vai ser impossível segurar minha imagem de “filhinha do papai bem comportada” tendo que transar com três homens. Só vai me sobrar os dias de menstruação pra dar descanso para a minha piriquita. E quero dar um tempo no sexo anal também, pois acho que estou ficando com a musculatura frouxa. O que vocês acham que eu devo fazer? Dou uma chance para este professor também?

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