Deixei um estranho beijar meus pés na praia

Tenho casa hĂĄ um tempo na praia do Rosa e todo verĂŁo Ă© sagrado vir passar um tempo neste local encantado, de onde escrevo neste momento.

Para conseguirem imaginar melhor, podem me chamar de Gabi, tenho 23 anos, e sou ruiva, do rosto cheio de sardinhas, não sou considerada alta nem muito baixinha, mas minha perna é comprida, não tenho o corpo malhado, mas me esforço pra não ficar caída, gosto da minha bunda, tenho cintura e braços finos, vivo pegando sol então tÎ bem dourada, tenho olhos verdes, meu nariz é fino e um comprido, minha boca é grande e cuido pra ter um sorriso bonito, ah e não posso esquecer de falar sobre eles, meus pés, calço 36, meus dedinhos descem em uma escada perfeita, a sola do meu pé é bem enrugadinha, e quando eu brinco com os meus dedinhos ela faz vårias dobras, tenho uma tatuagem de ondas do mar que viram um eletrocardiograma no pe direito, e normalmente tÎ de francesinha branca ou pinto de preto båsico ou vermelho quando tÎ para o crime. Rsrs
Eu tĂŽ sempre na praia, gosto de descer de manhĂŁ e as vezes eu volto para ver o pĂŽr do sol, foi numa dessas saĂ­das ao entardecer que me aconteceu algo muito doido.

Era um domingo, eu inventei de ir fazer uma trilha e tive que ficar de tĂȘnis o dia inteiro, sentia meus pĂ©s sufocados, precisando de um respiro, quando cheguei em casa nĂŁo deu outra, mal tirei meu tĂȘnis subiu aquela marĂ© de chulĂ©, nĂŁo sei porque eu sempre dou uma cherada forte na meia antes de guardar de volta dentro do tĂȘnis, puxei meu pĂ© para perto do meu nariz, sou muito flexĂ­vel e desde mais nova tenho o costume de dar uma cheirada no meio dos meus dedos para ver se o chulĂ© da meia passou para meu pĂ© ou da pra continuar vivendo sem banho, julguei dar pra seguir com a tarde e segui assim mesmo, abri uma cervejinha gelada que sobrou da jantinha com as amigas do rolĂȘ na sexta e fiquei de bobeira pelo whats.

Quando acabei a segunda cerveja jĂĄ tava meio tontinha e entediada de ficar no celular, decidi voltar pra praia, bolei um baseadinho, botei um bikini preto asa delta que deixa minha bunda linda, um shorts branco que meu ex ficava maluco sĂł pq a polpa da minha bunda as vezes aparecia e fui fumar um baseado vendo o sol se pĂŽr.
Tava lĂĄ na praia bem de boas na minha quando eu reparei em um cara passou na orla me encarando, magro definido, cabelo na navalha, bem moreno de sol, gatinho, retribui a olhada e dei um sorrisinho, ele retribuiu meio tĂ­mido e foi embora, la pelas tantas, meu beck jĂĄ na metade ele vinha de volta, me cumprimentou e sentou meio perto, tirou um baseado gigante e ficou tentando acender, aĂ­ eu brinquei:

– Tá foda aí?
– Porra, meu isqueiro parou de funcionar.
– Quer o meu? – estendi pra ele.
– Pî valeu. – ele chegou todo tímido, se abaixou do meu lado, tava com cheiro de suor, acendeu o baseado dele e me ofereceu. – quer?
– Não vou recusar, não. – dei uma bola grande, era fortíssimo, comecei a tossir, ele achou engraçado.
– Tá de boa aí?

– Muito forte! Caralho!
– Tem que ir de leve.
– Quer sentar aí? – eu ofereci bem impulsiva e chapadinha.
– Claro. – ele sentou, aquele cheiro dele ficou entre nós, o corpo todo suado.
– Qual teu nome? – eu perguntei, ele falou, e eu logo esqueci.

Seguimos fumando e falando de qualquer coisa, eu tava com a perna esticada, reparei depois de um tempo que ele não parava de olhar para meus pés, tinha ontem mesmo pintado as unhas de francesinha branca (jå tive um namorado bem tarado neles, sei da pira que muitos homens tem em pés) então dei uma provocadinha, balançava meus dedos, passava um pé no outro para tirar a areia, puxava a perna para mudar de posição e mostrar a solinha para ele, teve uma hora que ele simplesmente não aguentou e soltou:
– Porra, teu pĂ© Ă© muito bonito. – eu ri, vencedora.
– Tu acha?

– Muito, se eu tivesse 1 milhão de reais eu te daria tudo só pra poder massagear eles, da um beijo

Eu ri e fingi vergonha, mas a real que aquela frase me deu tesao pra caralho.
– 1 milhão?? Tu acha que ele vale tudo isso??
– Vale atĂ© mais!
– Por 100 reais eu te deixo dar uma lambida neles. – nem vi a hora que eu falei.
Ele me olhou assustado.
– Real?! Por mim, fecho.

Topou de imediato, passou a língua na boca seca, deve ter se deliciado com a ideia, gostei disso, me senti no poder, como se tivesse aquele surfista bonitinho nas minhas mãos, ou melhor, aos meus pés.
Fiquei olhando para ele em desafio, ele puxou o celular.
– Eu faço o pix agora.
– Depois vocĂȘ faz, me segue.
Peguei minhas coisas e pensei para onde ir, um lugar me veio na cabeça na hora.
Levei ele para um trapiche abandonado que fica na orla da lagoa central, ela fica no meio de uma trilha pouco usada que cai na praia, Ă© um caminho mais longo, passa dentro de uma pousada e pouca gente usa.
A sola dos meus pés estavam sujas, cinzenta, uma mistura de barro e areia no meio dos dedos, sentei na beira do trapiche para lavå-los na lagoa mas ele se adiantou:
– NĂŁo, deixa assim, eu vou limpar pra vocĂȘ.

Dei risada, “foda-se” pensei, o rolĂȘ jĂĄ estava tĂŁo maluco que sĂł segui o flow, ele deu um sorrisinho, percebi que ele esteva prestes a babar de vontade.
Sentei, ele também, eståvamos os dois nervosos e excitados com a situação, me apoiei nos cotovelos, acendi minha ponta e coloquei os pés no colo dele antes que desistisse dessa loucura.
Ele também não se fez de rogado, pegou meu pé direito nas mãos e levou pra perto do rosto dele, ficou admirando cada partezinha do meu pe, eu achei engraçado, abria os dedos, os dobrava, tudo para provocå-lo, segurou meu calcanhar e aproximou meus dedinhos de seu nariz, deu uma respirada profunda e soltou:
– Que delícia, meu Deus.
– Tem chulĂ©?

– Um pouco, aqui tem mais. – colocou o nariz entre meu dedĂŁo e o segundo dedo que nĂŁo sei o nome e cheirou de novo, a mĂŁo dele atĂ© tremia de tesao.
Eu tava achando tudo aquilo uma viagem, ele não me passava medo, pelo contrårio, eu tinha certeza que podia fazer o que quisesse com aquele cara que ele não ia nem reclamar, sem pensar dei um tapinha com a sola do pé na bochecha dele.
– Seu safado.
– Sou mesmo. – colocou toda a lĂ­ngua para fora e abocanhou meu calcanhar, senti sua lĂ­ngua começou a trabalhar, foi subindo lentamente com a lĂ­ngua esparramada na minha sola, sua lĂ­ngua ficou escura com a sujeira e um filete de baba escorreu do canto de seus lĂĄbios, quando chegou no peito do meu pĂ© deu uma mordidinha, um arrepiou me subiu da buceta atĂ© o topo da cabeça, sem querer soltei um gemidinho.
– Qual Ă© o gosto? – perguntei curiosa.

– Salgadinho. – ele respondeu em transe, começou a chupar meu dedĂŁo, bem devagarinho, sua lĂ­ngua em movimentos circulares, percorreu com a lĂ­ngua o meio de cada dedo, chupou com prazer um por um, atĂ© o mindinho.
Foi quando eu percebi que minha calcinha jå estava encharcada, tirei o pé de sua boca e reparei em seu trabalho, sou bem elåstica por causa do yoga, consigo facilmente me esticar e levar o pé até atrås da cabeça se quiser, (quando era mais nova tinha a mania de tocar a unha dos pés com os dentes enquanto via televisão. rsrsrs) notei que sua língua ågil fez um bom trabalho em limpar meu pé direito.
– Ainda ta sujo. – brinquei.

– Isso nĂŁo pode ficar assim. – ele agarrou meu pĂ© no ar e levou pra boca de novo, agora com um Ă­mpeto maior, lambia meu pĂ© com vontade, alternava com mordidinhas e isso me deixava cada vez mais maluca.
Ele levou a mĂŁo ao pau, dava pra ver que estava duro como pedra pelo contorno do shorts.
Tirei o pé dele e dei outra bofetada em sua bochecha, agora um pouco mais forte, olhei seria para ele.
– Deixa ele guardado aí.
– Foi mal. – ele tirou a mĂŁo rĂĄpido, percebi que o pinto dele tava pulsando, me olhou com sĂșplica, nĂŁo teve coragem de pegar meu pĂ© de volta, minha perna aberta devia estar exalando cheiro da minha Pepeca molhada na cara dele, percebi que ele queria permissĂŁo, gostei de sua educação e auto controle.

– Acha que eu vou te deixar ir embora sem limpar meu outro pĂ©? – brinquei, percebi que minha ponta jĂĄ tinha acabado faz tempo. Acendi um cigarrinho que trouxe de emergĂȘncia, quando tomo cerveja da muita vontade de fumar (e trepar rsrsrs).
Ele sorriu, tinha barro entre seus dentes, achei aquilo engraçado pra caralho, ele também riu meio envergonhado, coloquei meu outro pezinho na altura do seu peito.
Brinquei um pouco, arrastei meu pé pelo seu peito, passei meus dedos em seus mamilos, apertei eles entre meus dedos, ele fechou os olhos e gemeu, subi pelo pescoço e continuei até enterrar o seu rosto na sola do meu pé.
Senti seus låbios me dando beijinhos molhados e delicados, sua respiração profunda aproveitando meu chulé, então ele se ajeitou no chão, abriu as pernas, notei que seu pau duro continuava pulsando em minha direção, um filete de porra escorreu pela minha perna e tocou o deck de madeira.
Enquanto fumava meu cigarro, aos poucos ele aumentou a intensidade, se dedicou em limpar meu calcanhar, colocava ele inteiro na boca até quase engasgar, dobrava meus dedos e lambia de cima a baixo minha sola enrugada, deixava a baba escorrer livremente entre as dobrinhas, de novo chupou dedo por dedo e não perdeu a oportunidade de sugar a sujeira que ficava entre eles, as vezes ele mordia e eu conseguia ouvir a areia estalando em sua mandíbula.

A brincadeira tava pegando fogo, coloquei meu outro pé na cara dele, a sacanagem tava muito divertida, ele abriu a boca e colocou a língua pra fora, entendi o que ele queria, eu podia fazer o que quisesse, enfiei meu pé inteiro na sua boca, todos meus dedos entraram e sua cara ficou deformada, seu rosto ficou vermelho enquanto eu força a meu pé até sua garganta, só parei quando ele engasgou.
Isso o deixou mais tarado ainda, segurou meus pés na altura do seu rosto e beijava, mordia, lambia e cheirava tudo ao mesmo tempo, nem percebi quando comecei a gemer, e eu juro, foi bem neste momento que um casal passou pela trilha ao nosso lado, eståvamos a uns 10 metros de distùncia no måximo, eles pararam, hipnotizados com a cena, o cara perdido nos meus pés nem percebeu, mas eu olhei no olho dos dois, não tinha mais o que ser feito e eu só aproveitei o momento, continuei até dando uma gemidinha, estava quase gozando sem nem encostar na minha buceta, era algo totalmente inédito para mim.

A mulher cutucou o cara e seguiu, o marido ficou mais alguns segundos e foi embora, o que ele teria feito se estivesse sozinho? Me perguntei enquanto voltava minha atenção ao tarado lambedor de lambedor de solas.
Ele tentou pegar o pau no mão de novo, mas antes que conseguisse tomou outro tabefe da minha sola, dessa vez bem forte na sua cara, estava sem controle algum sob minha força, a forma insana com que se deliciava com meus pés me arrepiava inteira, jorrava espasmos de tesao pelo meu corpo inteiro, como se cada parte que ele tocasse estivesse ligada a uma parte diferente do meu corpo.

Meus olhos reviravam de tesao, os dele também, tirei um pé da boca dele e afundei no seu pau, nessa hora eu gozei, vi estrelinhas, ele também, senti a porra viçosa sujar sua bermuda, os dois se jogaram no deck, como se tivéssemos acabado de dar uma foda daquelas, foi engraçado.
Ficamos ali um tempo, até a cena começar a ficar meio constrangedora, quando nos preparåvamos para ir embora ele tirou o celular do bolso, e eu entendi que ele estava mencionando o pix, dei risada.
– Esquece isso.

– SĂ©rio?
– Claro, porra, me paga uma cerveja quando a gente se esbarrar por aí.
Ele gostou do que ouviu e sorriu, nĂŁo sĂł sua boca estava imunda, mas tinha sujeira pelo rosto inteiro, seu cabelo despenteado, a bermuda gozada, lindo. (Rsrs)
– Combinado.
– Tchau.
– Falou

Calcei meus chinelos e fui embora com o que me restava de dignidade, senti que ele ficou me olhando até eu desaparecer pela trilha, nunca mais nos vimos, até que esses dias ele me encontrou no Instagram


Conto enviado por:  anónimo (Obrigado)

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